LOGÍSTICA

FLEXIBILIDADE LOGÍSTICA

Em um mundo em constante transformação, saber se adaptar e incorporar novas tendências e tecnologias é determinante para o sucesso de um negócio, independentemente do seu segmento.

A logística, que é formada por uma cadeia intrincada de processos e etapas, necessita de maleabilidade: quanto mais rígidos forem os procedimentos e métodos adotados, mais complicado é adotar mudanças e inovar nesse setor.

Nesse tom, ser flexível é a habilidade que vai ajudar empresas a se manterem competitivas e relevantes no mercado. Processos versáteis colaboram para uma gestão mais eficiente, moderna e com respostas rápidas.

 

O QUE É FLEXIBILIDADE LOGÍSTICA?

Sabemos que a logística cuida de todos os processos que controlam o fluxo de armazenagem e distribuição de mercadorias e matérias-primas. Enquanto isso existe também a necessidade de considerar as demandas do mercado e dos clientes.

Logo, a flexibilidade no contexto logístico se relaciona a necessidade de emitir respostas mais rápidas e conseguir se adaptar a novas e diferentes exigências e circunstâncias sem ter que sofrer grandes dificuldades.

Esquemas logísticos tradicionais dificilmente conseguem acompanhar o mercado e as inovações tecnológicas que agregam muito valor e eficácia à cadeia de distribuição. Assim, pontos como aumentar o faturamento e melhorar o prazo de entrega e o atendimento ao cliente, por exemplo, se tornam ainda mais desafiadores.

Portanto, ser flexível é buscar continuamente formas de aperfeiçoar um negócio e torná-lo atual e competitivo, com foco no que é indispensável para o consumidor e para o mercado nos dias de hoje.

Apostar na flexibilidade logística permite que empresas tenham canais de distribuição ligeiros, eficazes e com um custo operacional reduzido. Além de elevar o potencial da empresa no mercado, a adoção de práticas mais maleáveis e bem pensadas favorece, entre outros benefícios:

  • agilidade das respostas;
  • maximização da produtividade;
  • redução de erros, retrabalho e desperdícios;
  • aumento da confiabilidade da empresa, que passa a entregar serviços melhores para os clientes.

 

A cadeia de distribuição é composta por diversas etapas, portanto, existem várias maneiras de otimizá-la. Para entender como incorporar a flexibilidade logística em seu negócio, acompanhe alguns exemplos e considere as seguintes possibilidades:

 

  1. FLEXIBILIDADE DA ENTREGA

Atualmente, a pressão por entregas mais curtas e de excelência é grande. Em muitas empresas, os processos de movimentação acabam se perdendo em gargalos que comprometem uma visão integrada de todo do sistema logístico e afetam a qualidade das remessas.

Assim, cabe aos gestores de logística adotar tecnologias — como rastreamento e monitoramento de cargas — e métodos capazes de aperfeiçoar e potencializar as entregas, de modo que cada mercadoria chegue ao seu destino do modo mais rápido, barato e em perfeitas condições, agregando o máximo de valor para o cliente final.

 

  1. FLEXIBILIDADE ESTRATÉGICA

 

Esse aspecto diz respeito ao estudo do mercado, tendências, concorrentes, entre outras novidades que despontam no horizonte e que podem contribuir para melhorar os processos logísticos de uma empresa.

Todo negócio deve estar atento ao que acontece de novo e se esforçar até mesmo para antecipar lançamentos importantes.

Essas práticas são essenciais para que uma instituição consiga firmar parcerias vantajosas, incorporar tecnologias de ponta, se preparar para momentos de dificuldades ou crises, redesenhar estratégias e, acima de tudo, trilhar um caminho que proporcione uma vantagem competitiva e reconhecimento no mercado.

  1. FLEXIBILIDADE DOS PROCESSOS

 

Tornar os processos da cadeia de distribuição mais flexíveis é possível por meio da adoção de softwares — como o ERP — que favorecem uma gestão integrada e organizada da logística.

O controle aprimorado das informações que circulam pela empresa contribui para que respostas e ações sejam mais rápidas e favoráveis ao negócio, poupando recursos e o tempo de todos os envolvidos.

Com o uso de sistemas digitais, é viável também compartilhar dados importantes entre colaboradores e fornecedores, tornando tudo mais prático, transparente e eficiente. Dessa maneira, a compreensão do sistema logístico é melhorada e situações como erros e desencontros são reduzidas.

 

  1. FLEXIBILIDADE DO TRANSPORTE

 

Um sistema de transporte flexível é crucial para que a cadeia funcione em um ciclo contínuo e eficaz. Por isso, muitas empresas têm optado pelo sistema de cargas fracionadas para a distribuição de suas mercadorias.

Esse método é versátil e permite que a logística funcione em um ritmo mais otimizado, uma vez que uma instituição não precisa preencher um caminhão completamente para depois iniciar o transporte.

Remessas de diferentes volumes são feitas assim que cada mercadoria fica pronta para envio, conferindo mais agilidade às entregas. Da mesma forma, softwares de roteirização otimizam rotas e permitem a escolha dos melhores trajetos. Dessa maneira, o aproveitamento e produtividade da frota são superiores.

Ao estudar os melhores caminhos, um mesmo veículo pode fazer uma série de remessas próximas e, ainda, no percurso de volta ao galpão, recolher encomendas de fornecedores ou cargas relacionadas a logística reversa, o que economiza tempo e gastos com combustível, por exemplo.

 

Como você pode perceber, a flexibilidade logística é fundamental para sobreviver em um mercado volátil e acirrado, no qual empresas precisam aprender a se adaptar rapidamente às oscilações e novos padrões.

Quanto mais maleáveis forem os processos adotados por um negócio, maiores são suas chances de emitir respostas rápidas e de ser produtivo, o que é indispensável para garantir o sucesso e a competitividade.

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